Portal do Governo Brasileiro

O que é o TELELAB?

O TELELAB é um programa de educação permanente, do Ministério da Saúde, que disponibiliza CURSOS GRATUITOS, cujo público alvo são os profissionais da área de Saúde.

Certificação

Nossos cursos são certificados pela Universidade Federal de Santa Catarina. Clique aqui para saber mais sobre o processo de certificação.

Área do Aluno

Segunda, 30 Novembro 2015 22:00

Diretora-adjunta participa de eventos sobre o Dia Mundial em Manaus

Avalie este item
(0 votos)

Município assinará a Carta de Paris, compromisso no qual o município se compromete a combater o avanço da epidemia de HIV e a reduzir a incidência da aids

 
 

Como parte das atividades que marcam o Dia Mundial de Luta contra a Aids em 2015, a diretora-adjunta do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais (DDAHV) do Ministério da Saúde, Adele Benzaken, estará na próxima terça-feira (1° de dezembro) em Manaus (AM) para participar do I Fórum HIV em Foco da Secretaria Municipal de Saúde. Na ocasião, a diretora irá proferir a palestra magna "Situação Brasileira frente à Epidemia", que abre o evento.                                

A solenidade de abertura incluirá também a apresentação da “Carta de Paris” – documento no qual o município se compromete a combater o avanço da epidemia de HIV e a reduzir a incidência da aids, valendo-se da conhecida meta 90-90-90: 90% das pessoas que vivem com HIV, diagnosticadas; 90% das pessoas diagnosticadas, em tratamento; e 90% das pessoas tratadas, com carga viral indetectável.

AÇÕES – Neste sábado (28/11), já em Manaus, a vice-diretora participará de atividades da Coordenação Estadual de DST, Aids e Hepatites Virais do Amazonas alusivas ao Dia Mundial de Luta contra a Aids: de 17h às 22h, no Complexo Ponta Negra, haverá a abertura oficial da campanha no estado; testagem para HIV; e programação cultural variada.

Na segunda-feira (30/11), Adele Benzaken participará do lançamento do Boletim Epidemiológico 2015 de Aids e Sífilis e do selo “Maternidade SEM Transmissão Vertical”, na Fundação de Medicina Tropical, na capital amazonense.  

MOBILIZAÇÃO – O Dia Mundial de Luta Contra a Aids é celebrado a cada ano no dia 1º de dezembro – e foi instituído pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como data simbólica de mobilização para todos os povos sobre a pandemia de aids. Assim, as atividades desenvolvidas em dezembro para marcar essa data visam divulgar mensagens de solidariedade e prevenção, e incentivar que novos compromissos sejam estabelecidos para o enfrentamento à doença.

Por decisão da Assembleia Mundial da Saúde, o Dia Mundial foi criado em outubro de 1987 – no auge da doença aqui e no mundo – como a primeira data simbólica global a marcar um tema de saúde. A iniciativa foi referendada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e tem o apoio dos governos e organizações da sociedade civil de todos os países.

O foco da Campanha Mundial de Luta contra a Aids da OMS para o período 2011-2015 é “zero mortes relacionadas à aids”, um apelo para que haja no mundo acesso universal ao tratamento e uma chamada para que os governos disponibilizem medicamentos antirretrovirais, apoiem a pesquisa científica e promovam a prevenção.

No Brasil, o Dia Mundial de Luta Contra a Aids passou a vigorar um ano depois de sua criação pela OMS – em 1988 –, após portaria assinada pelo Ministério da Saúde. Anualmente, a data mobiliza o Ministério da Saúde e as secretarias municipais e estaduais de Saúde, além de empresas, escolas, instituições públicas e – por que não – a sociedade em geral. A ideia é sempre divulgar mensagens de esperança, solidariedade e, principalmente, prevenção.

Nos últimos dois anos, a campanha do Ministério da Saúde para o Dia Mundial de Luta contra a Aids tem sido direcionada ao público jovem, como foco no conceito de “tratamento como prevenção”: a partir do novo protocolo adotado pelo Brasil em 2013, o tratamento universal e gratuito é oferecido a todo e qualquer paciente com HIV, independentemente de sua carga viral ou do estado de sua resposta imunológica. Assim, com a carga viral suprimida, esse paciente não mais transmite o vírus: é o tratamento como prevenção.
O protocolo assumido pelo Brasil em 2013 foi recentemente recomendo pela OMS para todo o mundo e foi batizado de “treat all” (“tratar todos”, pois se baseia no princípio de tratar qualquer pessoa com HIV independentemente da sua contagem de células CD4).

 

Fonte: http://www.aids.gov.br/noticia/2015/diretora-adjunta-participa-de-eventos-sobre-o-dia-mundial-em-manaus